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14ª CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL OPERAÇÃO PRÁTICA DE INSTRUMENTOS - Módulos Agentes Físicos, Químicos e Biológicos
11 a 15 de fevereiro de 2008
São Paulo - SP
Apresentação e Utilização do Menor Dosimetro de Ruido do Mundo
Demonstração de Estação Automatica que efetua ate 8 testes diferentes
em detectores de gases
OBJETIVO: Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com você.
PÚBLICO
ALVO: Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, estudantes de cursos de segurança do trabalho e interessados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
| RUÍDO |
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Conceituação dos diversos tipos de ruído.
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Os Limites de Exposição do MTE, INSS, ACGIH, OSHA e NIOSH.
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Como fazer leitura quando a oscilação do nível de ruído for grande e aleatória.
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Dosimetria - Cálculo da Dose de ruído.
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Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL, TL, FDD, IDD, ER ou “q”.
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A importância da programação do Ganho do instrumento.
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O que diz a Norma Técnica NHO 01 da Fundacentro.
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A Norma Técnica IEC 60.651. Os tipos de medidores de ruído permitidos.
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A nova Norma Técnica IEC 61.672. O que ela representa.
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A Norma Técnica ANSI S 1.25. Os tipos de audiodosímetros permitidos.
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A nova Norma Técnica IEC 61.252.
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O menor dosímetro do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa.
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A representatividade da amostragem de ruído.
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As Normas Técnicas ANSI 1.40 e IEC 60.942. Os tipos de calibradores acústicos permitidos.
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Cálculo de Nível Médio. Usar Lavg ou Leq? O que é melhor usar Lavg ou Dose?
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Como calcular a dose de ruído semanal?
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Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não?
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A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas podem propiciar perda auditiva em seus fetos?
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A nova norma técnica brasileira que fala em prazo de calibração de decibelímetros e dosímetros.
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A RBC – Rede Brasileira de Calibração.
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A Norma ISO 9001 e a calibração de instrumentos de medição.
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O critério de invalidação de amostras.
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Conforto acústico dos ambientes de trabalho. A nova norma da ABNT.
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Avaliação de ruído visando o conforto da comunidade.
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Devemos medir o ruído no interior ou no exterior das edificações?
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O NRR e o NRR sf. Os métodos nos 1 e 2 do NIOSH. A fórmula adotada pelo INSS.
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A eficiência e a eficácia dos principais protetores auriculares existentes no mercado.
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A dosimetria correta para fazer parte do LTCAT / PPRA para fins de Aposentadoria Especial.
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O cálculo do NEN - Nível de Exposição Normalizado exigido pelo INSS.
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O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA - Programa de Conservação Auditiva.
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Demonstração das fórmulas do NEN ajustadas para q = 5, conforme a nova exigência do INSS
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Como fazer dosimetria quando também houver ruído de impacto.
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A teoria do EMR - Exposto de Maior Risco.
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Como realizar dosimetria em empregado que dirige motocicleta.
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Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da exposição.
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Operação prática de diversos tipos de medidores de nível de pressão sonora, audiodosímetros e calibradores.
- O método completo “Déparis” recomendado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para melhoria dos riscos devidos à exposição ao ruído. Seus quatro níveis.
- A avaliação do nível de ruído através do nível da voz.
- Os oito tipos de EPCs – Equipamentos de Proteção Coletiva recomendados pelo MTE para redução de ruído.
- Quando utilizar material absorvente nas paredes dos locais de trabalho.
- O documento do Ministério do Trabalho e Emprego que afirma que o uso da taxa de duplicação de dose q = 3 é atualmente o melhor método aceito, em função das evidências científicas.
- Exemplos de atividades em que o MTE aconselha avaliação de ruído durante sete ou até quinze dias.
- Conforto acústico. A importância da fase exploratória.
- Porque e onde o Ministério do Trabalho e Emprego está recomendando o uso de dosímetros, devidamente calibrados, para avaliar conforto acústico.
- A programação correta de um dosímetro e os parâmetros para avaliar conforto acústico, segundo o MTE.
- A estratégia de medição. O período de amostragem.
- O MSM – Método Sistêmico de Monitoramento de ruído do MTE e o intervalo mínimo entre as amostragens para conforto acústico.
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| CAMPOS
ELETROMAGNÉTICOS |
- Os campos eletromagnéticos produzidos por processos industriais.
- Os efeitos danosos à saúde humana.
- A importância dos ELF - Campos de Freqüências Extremamente Baixas para a saúde pública.
- O perigo dos campos magnéticos estáticos. Como agem nas células e tecidos.
- Telefonia celular. A radiação absorvida pelo corpo humano.
- A Taxa S.A.R. (Specific Absorption Rate) do seu celular está abaixo do Limite de Tolerância?
- As últimas pesquisas sobre os efeitos deletérios à saúde humana, causados pelo uso de celulares.
- A Resolução da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações.
- O parecer técnico-científico da OMS - Organização Mundial de Saúde.
- Como fazer avaliações de campos eletromagnéticos para fins da NR 15 e para fins de PPRA.
- As unidades de densidade de fluxo.
- Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os limites reduzidos.
- Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas e outros cuidados especiais.
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| CALOR
E FRIO |
- Os critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Previdência Social.
- O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?
- O tempo certo de aclimatação ao calor. A perda da aclimatação.
- A nova norma técnica NHO 06 da Fundacentro. A Norma ISO de Taxas de Metabolismo.
- Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
- Porque devemos usar água destilada junto ao pavio do termômetro de bulbo úmido natural.
- A diferença entre Temperatura de Bulbo Úmido e Temperatura de Bulbo Úmido Natural.
- O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas?
- Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x situação térmica.
- O tempo de estabilização dos termômetros.
- Qual o número mínimo de leituras de IBUTG a serem realizadas em uma avaliação de calor?
- O intervalo adequado entre essas leituras. Obtenção do valor final.
- As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
- Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?
- A periodicidade de calibração de termômetros.
- Qual é o par de variáveis que deve determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho?
- As novas Taxas de Metabolismo em W/m2.
- As doenças induzidas pela exposição ao calor.
- O homem padrão. A mulher padrão.
- Quando fazer avaliação por meio de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro? Como?
- Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.
- Distribuição e utilização do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.
- Ar condicionado. Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.
- A tabela de Limites de Tolerância de frio do Ministério do Trabalho e Emprego que ficou fora da NR 15.
- Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT. O que diz a ACGIH. O que devemos usar?
- Operação prática de diversos tipos de termômetros de mercúrio, conjuntos digitais, sondas, higrômetros e anemômetros.
- Análise detalhada de calor (Índice PHS) estabelecida pela ACGIH através da Norma ISO 7933 e referendada por publicação do Ministério do Trabalho e Emprego.
- Monitoramento da sobrecarga térmica. Monitoramento da sobrecarga fisiológica por calor.
- A fórmula de Metabolismo indicada apelo Ministério do Trabalho e Emprego para transformar Kcal/h em Watts.
- O novo Limite de Ação de calor (LA) é o Nível de Ação de calor (NA)?
- Roteiro de um adequado Gerenciamento de Sobrecarga Térmica.
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| ILUMINÂNCIA
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- O que é luminância. O que é iluminância.
- As duas normas técnicas da ABNT a serem utilizadas.
- O tempo correto de estabilização de luxímetros.
- O que um luxímetro deve possuir. A Lei dos Cossenos.
- Quando usar o Fator de Correção em avaliação de iluminância? Como utilizá-lo.
- Apresentação do “Manual do MTE de análise dos riscos devido à iluminação.”
- Demonstração de lâmpadas que geram direito ao adicional de insalubridade.
- Luz visível. Radiação ultravioleta, infravermelha e laser.
- Operação prática de diversos tipos de luxímetros digitais e analógicos de precisão.
- O tamanho ideal das janelas em relação ao tamanho das paredes, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
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| VIBRAÇÕES |
- Vibração localizada e de corpo inteiro.
- Tipos de acelerômetros.
- A direção de maior sensibilidade do corpo humano.
- As faixas de freqüências de vibrações e as diversas freqüências naturais do corpo humano.
- Efeitos a longo prazo. Danos aos diversos sistemas do corpo humano.
- As normas ISO 2631 e ISO DIS 5349. A reformulação / substituição dessas normas.
- Atualmente a avaliação de exposição às vibrações deve ser feita de modo qualitativo ou quantitativo?
- Aposentadoria especial por exposição a vibrações localizadas e de corpo inteiro.
- As atuais exigências do INSS.
- Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH.
- As unidades de avaliação da vibração.
- Deslocamento, velocidade e aceleração. Os três eixos. A soma vetorial.
- Os instrumentos necessários. A interpretação dos resultados.
- Utilização dos gráficos da Norma ISO 2631.
- As medidas de controle a serem adotadas.
- Os problemas da exposição contínua.
- A duração recomendada das pausas necessárias.
- Porque algumas luvas não atenuam bem as vibrações.
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| AGENTES
QUÍMICOS |
- O pior acidente químico da história mundial.
- A diferença entre amostra, amostragem, coleta, análise e monitoramento.
- Avaliação de exposição a solventes, fumos metálicos, ácidos, névoas e neblinas.
- O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O ideal, o desejável e o mínimo exigido.
- A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição e GSER - Grupo Similar de Exposição ao Risco.
- Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular a Exposição do Grupo Homogêneo.
- A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco aplicada à Higiene Ocupacional.
- O estabelecimento de prioridades. As categorias de risco e sua classificação. A matriz de decisão.
- A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, porém fora da NR 15, pode ou deve ser utilizada para fins de amostragem de agentes ambientais ou não?
- A diferença entre os limites de tolerância do MTE e da ACGIH.
- A única norma técnica brasileira de avaliação através de tubos reagentes colorimétricos.
- Até quanto tempo depois de exposto um tubo colorimétrico pode ser lido? A sua vida útil.
- Avaliação da exposição ocupacional a solventes orgânicos voláteis.
- A norma brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH. O Manual de Amostragem do NIOSH.
- A definição do Ministério do Trabalho para Eventualidade, Intermitência e Exposição contínua.
- Exposição a poeiras totais e respiráveis. A norma da atual classificação brasileira de poeiras.
- A nova norma brasileira de avaliação da concentração de poeiras vegetais, animais e metálicas.
- Na avaliação de agentes químicos devemos usar ciclones de nylon ou de metal?
- Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele. As situações de RGI - Risco Grave e Iminente.
- Demonstração do uso do frasco correto para conter o ciclone e o filtro durante a calibração.
- Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição da ACGIH e do MTE.
- Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem.
- Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG, TIG, Oxiacetilênica e Solda branca?
- Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras causam câncer.
- A nova Norma Brasileira sobre Espaços Confinados. A MSDS americana e a FISPQ brasileira.
- Aplicação da fórmula de Brief & Scala. O Fator de Redução que deve ser adotado no Brasil.
- As duas normas brasileiras de calibração de bombas de amostragem de ar. As diferenças entre elas.
- O critério a ser adotado para invalidação de amostras.
- A Nova Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) nos escritórios e locais de trabalho com ar condicionado.
- Os riscos químicos provenientes de máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como evitá-los.
- Porque ter plantas naturais em escritórios. Os tipos ideais. Como criá-las sem terra.
- Produtos de limpeza que não devem ser usados em escritórios, segundo o Ministério da Saúde.
- Avaliação de agentes químicos para integrar o Laudo para fins de Aposentadoria Especial.
- A norma técnica brasileira de utilização de baterias recarregáveis. Como aumentar sua vida útil.
- Operação prática de diversos modelos de bombas gravimétricas, calibradores de bolha de sabão, eletrônicos / digitais e de pistão seco, câmaras de calibração, diversos tipos de amostradores, bombas manuais de fole, tubos colorimétricos, ciclones, impingers, medidores de gases de leitura direta e explosímetros.
- Limites de Tolerância para Misturas de substâncias químicas.
- A diferença entre Sinergismo e Efeito Aditivo.
- Porque PNOS não tem mais Limite de Tolerância e sim apenas um Guia de Recomendação.
- Os riscos presentes nas galvanoplastias. O PPRAG.
- Os tanques de desengraxamento eletrolítico. O sistema de exaustão exigido pelo MTE. O guarda-corpo. O Risco Grave e Iminente.
- A eletrodeposição de peças de plástico.
- Os banhos alcalinos e ácidos. O que avaliar.
- Os dispositivos que retém a névoa e permitem sua drenagem de volta para o banho.
- Solda e corte a arco de plasma. O que avaliar.
- Produtos da degradação térmica das tintas soldáveis.
- Os produtos que podem ser liberados na moldagem por compressão, extrusão e injeção plástica.
- Os Limites de Tolerância oficiais dos EUA (definidos pela OSHA).
- Os três tipos de PEL (TWA, STS e CEL).
- A diferença entre um PEL e um REL.
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| AGENTES
BIOLÓGICOS |
- A nova norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de fungos. O Limite de Tolerância.
- Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores.
- O VMR - Valor Máximo Recomendável para contaminação biológica.
- Como fazer um diagnóstico de fontes para intervenção corretiva nos ambientes de trabalho.
- Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para substâncias de origem biológica.
- O Índice Biológico de Exposição como indicador da absorção do agente químico.
- O monitoramento biológico como complemento do monitoramento ambiental.
- Quando o monitoramento biológico pode substituir o monitoramento ambiental.
- Porque utilizar laboratórios de análise diferentes.
- Os contaminantes biológicos analisáveis.
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| “Alguns
cursos ensinam o que deve ser feito
em avaliações ambientais”.
Neste
treinamento você aprenderá como
fazer avaliações ambientais”. |
COMENTÁRIOS DE QUEM JÁ PARTICIPOU
“Sem dúvida alguma, este foi o melhor treinamento do qual participei. É impressionante a quantidade de informações e a experiência prática do prof. Luttgardes.” |
Edson Luis Pirola – Engenheiro de Segurança do Trabalho da COLGATE-PALMOLIVE IND. E COM. LTDA – São Paulo / SP. |
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“Luttgardes ensina tudo mesmo. Sem medo de estar formando futuros concorrentes.” |
Paulo Roberto Sales – Técnico de Segurança do Trabalho da VOTORANTIM METAIS ZINCO S/A – Juiz de Fora / MG. |
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| “Este curso é excelente. Luttgardes consegue transmitir com clareza e facilidade os assuntos mais complicados da Higiene Ocupacional. O conhecimento do professor e a diversidade de instrumentos são os pontos fortes do curso.” |
Mario César Barros – Supervisor de SMS / PETROBRAS - Macaé – Parque de Tubos / RJ |
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“Foi o melhor curso de Higiene Ocupacional que já participei em 26 anos de Petrobras.”
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| José Antonio Careca Salvatico – Técnico de Segurança do Trabalho III da PETROBRAS – Plataforma CHERNE 2 |
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“Excelente oportunidade de crescimento profissional. O instrutor Luttgardes demonstrou de forma clara e objetiva como devemos encarar a Higiene Ocupacional. Sem demagogia, o melhor curso já apresentado sobre o tema até hoje para mim.” |
Cristiano Repolez dos Santos – Técnico de Segurança do Trabalho da PETROBRAS – Plataforma P 50 / UN RIO |
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“Muitos têm a capacidade de ensinar. No entanto poucos o fazem com tanta humildade e emoção como o Prof. Luttgardes. Excelente curso. Excelente mestre.” |
Júlio César Doneda – Engenheiro de Segurança do Trabalho do SESI – Curitiba / Paraná |
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“Há muito tempo não avalio tão bem um curso como este que o Engo Luttgardes ministrou. Superou todas as minhas expectativas devido principalmente ao profundo conhecimento do instrutor e sua excelente didática em transmitir este conhecimento de forma prática e objetiva. Recomendo a todos das áreas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.” |
Andreia Magali - Técnica de Segurança do Trabalho da BRASKEM - Unidade de Insumos Básicos - Camaçari / Bahia |
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“O curso, além do excepcional nível técnico do instrutor, destaca-se pela ênfase que dá à realidade atual e às dificuldades do dia a dia dos profissionais de higiene ocupacional. Recomendo a todos”. |
Dr. Francisco Ferreira de Souza - Médico do Trabalho da ALUNORTE ALUMINA DO NORTE DO BRASIL - Barcarena / Pará |
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“Hoje posso afirmar, com certeza, pela variedade de cursos que já presenciei, que este foi o que melhor atendeu às minhas expectativas como professor.” |
Paulo Roberto da Costa – Engenheiro de Segurança e Professor da Universidade de Santa Maria - RS |
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"Sem dúvida, o melhor curso que já participei ao longo dos meus 18 anos como profissional de segurança do trabalho" |
Alex Freire de Souza - Técnico de Segurança do trabalho da CHESF - Cia. Hidrelétrica de São Francisco - PE |
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Eu me inscrevi no curso com o intuito de conhecer melhor os instrumentos de medição e seu funcionamento. Mas o curso superou minhas expectativas, porque foi muito além do que esperava. Nos foi apresentado e demonstrado uma diversidade de instrumentos desde os mais antigos aos mais recentes e vantagens e desvantagens dos mesmos, operamos os instrumentos e recebemos material didático. O domínio da matéria por parte do instrutor, contribuiu para o sucesso do curso. Valeu a pena ter participado! |
Maria Luiza Palembo – Técnica de Higiene e Segurança - Sonangol – Luanda/Angola |
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“A experiência acumulada pelo instrutor em todos os cantos deste país é passada de uma forma clara, simples, objetiva e principalmente imparcial.” |
Leonardo Borges Medina – Engenheiro de Segurança Pleno do CENPES - PETROBRAS / Rio de Janeiro RJ |
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“O curso é perfeito.” |
Daniel Sanches – Técnico de Segurança do Trabalho da COATS CORRENTE Ltda – São Paulo / SP |
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“Um profissional da área de higiene ocupacional tem dois estágios de conhecimento. Um antes de participar do curso do Prof. Marco Luttgardes e outro totalmente enriquecido após participar do referido curso.” |
Eduardo Bravo – Técnico de Segurança do Trabalho do SESI – Francisco Beltrão / PR |
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“Prof. Luttgardes é uma enciclopédia ambulante, próximo da perfeição.” |
Eduardo S. Conceição – Técnico de Segurança do Trabalho do HOSPITAL ALBERT EINSTEIN – São Paulo |
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| “A minha visão sobre Higiene Ocupacional foi milhares de vezes ampliada.” |
Praxedes Filho - Técnico de Enfermagem do Trabalho da PETROBRAS – Macaé / RJ |
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"Realmente trata-se de um curso diferenciado. Parabéns!" |
Engº. Iberacir Lopes - Coordenador de Segurança do Trabalho do Grupo Eucatex S/A. |
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"Este curso vem completar o treinamento para Auditores Fiscais do Trabalho." |
Dr. Geraldo Caracciolo Jr. - Médico do Trabalho / AFT da Subdelegacia do Trabalho de Guarulhos - SP. |
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EXCLUSIVO!!
CD
Rom adicional com tods os métodos
do NIOSH e OSHA.
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CERTIFICAÇÃO
Curso com conteúdo programático
dirigido a candidatos ao Exame de Certificação
de Higienistas Ocupacionais e Técnicos
Higienistas Ocupacionais |
DOCENTE:
Marco Aurelio Luttgardes - Engenheiro
de Segurança do Trabalho, Auditor Fiscal
do Trabalho aposentado (DRT SP e RJ) e Higienista
Ocupacional Certificado (HOC 0030 - ABHO). Instrutor de cursos de
Reconhecimento e Avaliação de Riscos
Ocupacionais para Auditores Fiscais da Previdência
Social e Auditores Fiscais do Trabalho. Professor
convidado das Universidades UFRJ, UFF, UERJ, UNI
RIO e UFBA. |
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INFORMAÇÕES GERAIS:
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O
curso tem carga horária de 40 horas,
no período 11 a 15 de fevereiro de 2008
, das 8h00 às 17h00.
-
Será
concedido um desconto de 10% para as inscrições
de 2 participantes de uma mesma empresa.
-
No
valor da inscrição está incluso
pasta, apostila digital (Cd Rom), certificado,
coffee break e almoço.
-
Não serão aceitas desistências
de inscrições. No entanto, as mesmas
podem ser transferidas para outras pessoas, mediante
prévia comunicação por escrito.
| Após
o curso você receberá os
dados pessoais do instrutor
para futuros contatos. |
| FORMAS
DE PAGAMENTO |
ou 
Após o recebimento da ficha entraremos em
contato para solicitar o número do cartão
|
|
Banco Bradesco S.A - Agência:
0287/9 - Conta Corrente: 54.999-1
Para validação, envie
a ficha devidamente preenchida e o comprovante
de depósito identificado com seu nome
pelo fax (11) 5585-4359.
|
|
Boleto
Bancário
Somente será aceito com
(05) dias antes do evento. |
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*ASSINALE
NA FICHA DE INSCRIÇÃO QUAL É A
SUA FORMA DE PAGAMENTO. |
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INVESTIMENTO:
R$ 1.350,00
Para pagamento realizado até o dia 2/2/2008 |
R$ 1.400,00
Para pagamento realizado após o dia 2/2/2008 |
Assinantes
das Revistas
CIPA, INCÊNDIO, NFPA, SAUT, SECURITY e TUBO & CIA |
R$ 1.250,00
Para pagamento realizado até o dia 2/2/2008
|
R$ 1.300,00
Para
pagamento realizado após o dia 2/2/2008 |
Será concedido um desconto de 10% para a inscrição
de 2 ou mais participantes de uma mesma empresa |
ESTE
CURSO PODE SER REALIZADO IN COMPANY
Este curso poderá ser
realizado em sua empresa, consulte-nos
Fones: (11) 5589-1489 / 5585-4353
e-mail: pacin@pacin.com.br |
Local
do curso |

Comfort Nova Paulista
Rua Vergueiro, 2740
Fone: (11) 2197-7600 / Fax: (5511) 2197-7623
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