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14ª CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL
OPERAÇÃO PRÁTICA DE INSTRUMENTOS - Módulos Agentes Físicos, Químicos e Biológicos

11 a 15 de fevereiro de 2008
São Paulo - SP

Apresentação e Utilização do Menor Dosimetro de Ruido do Mundo

Demonstração de  Estação Automatica que efetua ate 8 testes diferentes
em detectores de gases

INFORMAÇÕES GERAIS | LOCAL DO CURSO | FICHA DE INSCRIÇÃO
carga_horária

OBJETIVO: Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com você.

PÚBLICO ALVO: Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, estudantes de cursos de segurança do trabalho e interessados.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

RUÍDO
  • Conceituação dos diversos tipos de ruído.
  • Os Limites de Exposição do MTE, INSS, ACGIH, OSHA e NIOSH.
  • Como fazer leitura quando a oscilação do nível de ruído for grande e aleatória.
  • Dosimetria - Cálculo da Dose de ruído.
  • Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL, TL, FDD, IDD, ER ou “q”.
  • A importância da programação do Ganho do instrumento.
  • O que diz a Norma Técnica NHO 01 da Fundacentro.
  • A Norma Técnica IEC 60.651. Os tipos de medidores de ruído permitidos.
  • A nova Norma Técnica IEC 61.672. O que ela representa.
  • A Norma Técnica ANSI S 1.25. Os tipos de audiodosímetros permitidos.
  • A nova Norma Técnica IEC 61.252.
  • O menor dosímetro do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa.
  • A representatividade da amostragem de ruído.
  • As Normas Técnicas ANSI 1.40 e IEC 60.942. Os tipos de calibradores acústicos permitidos.
  • Cálculo de Nível Médio. Usar Lavg ou Leq? O que é melhor usar Lavg ou Dose?
  • Como calcular a dose de ruído semanal?
  • Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não?
  • A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas podem propiciar perda auditiva em seus fetos?
  • A nova norma técnica brasileira que fala em prazo de calibração de decibelímetros e dosímetros.
  • A RBC – Rede Brasileira de Calibração.
  • A Norma ISO 9001 e a calibração de instrumentos de medição.
  • O critério de invalidação de amostras.
  • Conforto acústico dos ambientes de trabalho. A nova norma da ABNT.
  • Avaliação de ruído visando o conforto da comunidade.
  • Devemos medir o ruído no interior ou no exterior das edificações?
  • O NRR e o NRR sf. Os métodos nos 1 e 2 do NIOSH. A fórmula adotada pelo INSS.
  • A eficiência e a eficácia dos principais protetores auriculares existentes no mercado.
  • A dosimetria correta para fazer parte do LTCAT / PPRA para fins de Aposentadoria Especial.
  • O cálculo do NEN - Nível de Exposição Normalizado exigido pelo INSS.
  • O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA - Programa de Conservação Auditiva.
  • Demonstração das fórmulas do NEN ajustadas para q = 5, conforme a nova exigência do INSS
  • Como fazer dosimetria quando também houver ruído de impacto.
  • A teoria do EMR - Exposto de Maior Risco.
  • Como realizar dosimetria em empregado que dirige motocicleta.
  • Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da exposição.
  • Operação prática de diversos tipos de medidores de nível de pressão sonora, audiodosímetros e calibradores.
  • O método completo “Déparis” recomendado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para melhoria dos riscos devidos à exposição ao ruído. Seus quatro níveis.
  • A avaliação do nível de ruído através do nível da voz.
  • Os oito tipos de EPCs – Equipamentos de Proteção Coletiva recomendados pelo MTE para redução de ruído.
  • Quando utilizar material absorvente nas paredes dos locais de trabalho.
  • O documento do Ministério do Trabalho e Emprego que afirma que o uso da taxa de duplicação de dose q = 3 é atualmente o melhor método aceito, em função das evidências científicas.
  • Exemplos de atividades em que o MTE aconselha avaliação de ruído durante sete ou até quinze dias.
  • Conforto acústico. A importância da fase exploratória.
  • Porque e onde o Ministério do Trabalho e Emprego está recomendando o uso de dosímetros, devidamente calibrados, para avaliar conforto acústico.
  • A programação correta de um dosímetro e os parâmetros para avaliar conforto acústico, segundo o MTE.
  • A estratégia de medição. O período de amostragem.
  • O MSM – Método Sistêmico de Monitoramento de ruído do MTE e o intervalo mínimo entre as amostragens para conforto acústico.
   
CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS
  • Os campos eletromagnéticos produzidos por processos industriais.
  • Os efeitos danosos à saúde humana.
  • A importância dos ELF - Campos de Freqüências Extremamente Baixas para a saúde pública.
  • O perigo dos campos magnéticos estáticos. Como agem nas células e tecidos.
  • Telefonia celular. A radiação absorvida pelo corpo humano.
  • A Taxa S.A.R. (Specific Absorption Rate) do seu celular está abaixo do Limite de Tolerância?
  • As últimas pesquisas sobre os efeitos deletérios à saúde humana, causados pelo uso de celulares.
  • A Resolução da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações.
  • O parecer técnico-científico da OMS - Organização Mundial de Saúde.
  • Como fazer avaliações de campos eletromagnéticos para fins da NR 15 e para fins de PPRA.
  • As unidades de densidade de fluxo.
  • Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os limites reduzidos.
  • Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas e outros cuidados especiais.
   
CALOR E FRIO
  • Os critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Previdência Social.
  • O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?
  • O tempo certo de aclimatação ao calor. A perda da aclimatação.
  • A nova norma técnica NHO 06 da Fundacentro. A Norma ISO de Taxas de Metabolismo.
  • Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
  • Porque devemos usar água destilada junto ao pavio do termômetro de bulbo úmido natural.
  • A diferença entre Temperatura de Bulbo Úmido e Temperatura de Bulbo Úmido Natural.  
  • O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas?
  • Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x situação térmica.
  • O tempo de estabilização dos termômetros.
  • Qual o número mínimo de leituras de IBUTG a serem realizadas em uma avaliação de calor?
  • O intervalo adequado entre essas leituras. Obtenção do valor final.
  • As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
  • Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?
  • A periodicidade de calibração de termômetros.
  • Qual é o par de variáveis que deve determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho?
  • As novas Taxas de Metabolismo em W/m2.
  • As doenças induzidas pela exposição ao calor.
  • O homem padrão. A mulher padrão.
  • Quando fazer avaliação por meio de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro? Como?
  • Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.
  • Distribuição e utilização do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.  
  • Ar condicionado. Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.
  • A tabela de Limites de Tolerância de frio do Ministério do Trabalho e Emprego que ficou fora da NR 15.
  • Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT. O que diz a ACGIH. O que devemos usar?
  • Operação prática de diversos tipos de termômetros de mercúrio, conjuntos digitais, sondas, higrômetros e anemômetros.
  • Análise detalhada de calor (Índice PHS) estabelecida pela ACGIH através da Norma ISO 7933 e referendada por publicação do Ministério do Trabalho e Emprego.
  • Monitoramento da sobrecarga térmica. Monitoramento da sobrecarga fisiológica por calor.
  • A fórmula de Metabolismo indicada apelo Ministério do Trabalho e Emprego para transformar Kcal/h em Watts.
  • O novo Limite de Ação de calor (LA) é o Nível de Ação de calor (NA)?
  • Roteiro de um adequado Gerenciamento de Sobrecarga Térmica.
   
ILUMINÂNCIA
  • O que é luminância. O que é iluminância.
  • As duas normas técnicas da ABNT a serem utilizadas.
  • O tempo correto de estabilização de luxímetros.
  • O que um luxímetro deve possuir. A Lei dos Cossenos.
  • Quando usar o Fator de Correção em avaliação de iluminância? Como utilizá-lo.
  • Apresentação do “Manual do MTE de análise dos riscos devido à iluminação.”
  • Demonstração de lâmpadas que geram direito ao adicional de insalubridade.
  • Luz visível. Radiação ultravioleta, infravermelha e laser.
  • Operação prática de diversos tipos de luxímetros digitais e analógicos de precisão.
  • O tamanho ideal das janelas em relação ao tamanho das paredes, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
   
VIBRAÇÕES
  • Vibração localizada e de corpo inteiro.
  • Tipos de acelerômetros.
  • A direção de maior sensibilidade do corpo humano.
  • As faixas de freqüências de vibrações e as diversas freqüências naturais do corpo humano.
  • Efeitos a longo prazo. Danos aos diversos sistemas do corpo humano.
  • As normas ISO 2631 e ISO DIS 5349. A reformulação / substituição dessas normas.
  • Atualmente a avaliação de exposição às vibrações deve ser feita de modo qualitativo ou quantitativo?
  • Aposentadoria especial por exposição a vibrações localizadas e de corpo inteiro.
  • As atuais exigências do INSS.
  • Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH.
  • As unidades de avaliação da vibração.
  • Deslocamento, velocidade e aceleração. Os três eixos. A soma vetorial.
  • Os instrumentos necessários. A interpretação dos resultados.
  • Utilização dos gráficos da Norma ISO 2631.
  • As medidas de controle a serem adotadas.
  • Os problemas da exposição contínua.
  • A duração recomendada das pausas necessárias.
  • Porque algumas luvas não atenuam bem as vibrações.
   
AGENTES QUÍMICOS
  • O pior acidente químico da história mundial.
  • A diferença entre amostra, amostragem, coleta, análise e monitoramento.
  • Avaliação de exposição a solventes, fumos metálicos, ácidos, névoas e neblinas.
  • O Guia Geral de Colheita de Amostras do NIOSH. O ideal, o desejável e o mínimo exigido.
  • A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição e GSER - Grupo Similar de Exposição ao Risco.
  • Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular a Exposição do Grupo Homogêneo.
  • A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco aplicada à Higiene Ocupacional.
  • O estabelecimento de prioridades. As categorias de risco e sua classificação. A matriz de decisão.
  • A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, porém fora da NR 15, pode ou deve ser utilizada para fins de amostragem de agentes ambientais ou não?
  • A diferença entre os limites de tolerância do MTE e da ACGIH.
  • A única norma técnica brasileira de avaliação através de tubos reagentes colorimétricos.
  • Até quanto tempo depois de exposto um tubo colorimétrico pode ser lido? A sua vida útil.
  • Avaliação da exposição ocupacional a solventes orgânicos voláteis.
  • A norma brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH. O Manual de Amostragem do NIOSH.
  • A definição do Ministério do Trabalho para Eventualidade, Intermitência e Exposição contínua.
  • Exposição a poeiras totais e respiráveis. A norma da atual classificação brasileira de poeiras.
  • A nova norma brasileira de avaliação da concentração de poeiras vegetais, animais e metálicas.
  • Na avaliação de agentes químicos devemos usar ciclones de nylon ou de metal?
  • Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele. As situações de RGI - Risco Grave e Iminente.
  • Demonstração do uso do frasco correto para conter o ciclone e o filtro durante a calibração.
  • Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição da ACGIH e do MTE.
  • Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem.
  • Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG, TIG, Oxiacetilênica e Solda branca?
  • Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras causam câncer.
  • A nova Norma Brasileira sobre Espaços Confinados. A MSDS americana e a FISPQ brasileira.
  • Aplicação da fórmula de Brief & Scala. O Fator de Redução que deve ser adotado no Brasil.
  • As duas normas brasileiras de calibração de bombas de amostragem de ar. As diferenças entre elas.
  • O critério a ser adotado para invalidação de amostras.
  • A Nova Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) nos escritórios e locais de trabalho com ar condicionado.
  • Os riscos químicos provenientes de máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como evitá-los.
  • Porque ter plantas naturais em escritórios. Os tipos ideais. Como criá-las sem terra.
  • Produtos de limpeza que não devem ser usados em escritórios, segundo o Ministério da Saúde.
  • Avaliação de agentes químicos para integrar o Laudo para fins de Aposentadoria Especial.
  • A norma técnica brasileira de utilização de baterias recarregáveis. Como aumentar sua vida útil.
  • Operação prática de diversos modelos de bombas gravimétricas, calibradores de bolha de sabão, eletrônicos / digitais e de pistão seco, câmaras de calibração, diversos tipos de amostradores, bombas manuais de fole, tubos colorimétricos, ciclones, impingers, medidores de gases de leitura direta e explosímetros.
  • Limites de Tolerância para Misturas de substâncias químicas.
  • A diferença entre Sinergismo e Efeito Aditivo.
  • Porque PNOS não tem mais Limite de Tolerância e sim apenas um Guia de Recomendação.
  • Os riscos presentes nas galvanoplastias. O PPRAG.
  • Os tanques de desengraxamento eletrolítico. O sistema de exaustão exigido pelo MTE. O guarda-corpo. O Risco Grave e Iminente.
  • A eletrodeposição de peças de plástico.
  • Os banhos alcalinos e ácidos. O que avaliar.
  • Os dispositivos que retém a névoa e permitem sua drenagem de volta para o banho.
  • Solda e corte a arco de plasma. O que avaliar.
  • Produtos da degradação térmica das tintas soldáveis.
  • Os produtos que podem ser liberados na moldagem por compressão, extrusão e injeção plástica.
  • Os Limites de Tolerância oficiais dos EUA (definidos pela OSHA).
  • Os três tipos de PEL (TWA, STS e CEL).
  • A diferença entre um PEL e um REL.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

AGENTES BIOLÓGICOS

  • A nova norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de fungos. O Limite de Tolerância.
  • Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores.
  • O VMR - Valor Máximo Recomendável para contaminação biológica.
  • Como fazer um diagnóstico de fontes para intervenção corretiva nos ambientes de trabalho.
  • Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para substâncias de origem biológica.
  • O Índice Biológico de Exposição como indicador da absorção do agente químico.
  • O monitoramento biológico como complemento do monitoramento ambiental.
  • Quando o monitoramento biológico pode substituir o monitoramento ambiental.
  • Porque utilizar laboratórios de análise diferentes.
  • Os contaminantes biológicos analisáveis.
   
“Alguns cursos ensinam o que deve ser feito em avaliações ambientais”.

Neste treinamento você aprenderá como fazer avaliações ambientais”.


COMENTÁRIOS DE QUEM JÁ PARTICIPOU

“Sem dúvida alguma, este foi o melhor treinamento do qual participei. É impressionante a quantidade de informações e a experiência prática do prof. Luttgardes.”

Edson Luis Pirola – Engenheiro de Segurança do Trabalho da COLGATE-PALMOLIVE IND. E COM. LTDA – São Paulo / SP.

 

 

“Luttgardes ensina tudo mesmo. Sem medo de estar formando futuros concorrentes.”

Paulo Roberto Sales – Técnico de Segurança do Trabalho da VOTORANTIM METAIS ZINCO S/A – Juiz de Fora / MG.

 

 
“Este curso é excelente. Luttgardes consegue transmitir com clareza e facilidade os assuntos mais complicados da Higiene Ocupacional. O conhecimento do professor e a diversidade de instrumentos são os pontos fortes do curso.”

Mario César Barros – Supervisor de SMS / PETROBRAS - Macaé – Parque de Tubos / RJ


“Foi o melhor curso de Higiene Ocupacional que já participei em 26 anos de Petrobras.”

José Antonio Careca Salvatico – Técnico de Segurança do Trabalho III da PETROBRAS – Plataforma CHERNE 2

“Excelente oportunidade de crescimento profissional. O instrutor Luttgardes demonstrou de forma clara e objetiva como devemos encarar a Higiene Ocupacional. Sem demagogia, o melhor curso já apresentado sobre o tema até hoje para mim.”

Cristiano Repolez dos Santos – Técnico de Segurança do Trabalho da PETROBRAS – Plataforma P 50 / UN RIO


“Muitos têm a capacidade de ensinar. No entanto poucos o fazem com tanta humildade e emoção como o Prof. Luttgardes. Excelente curso. Excelente mestre.”

Júlio César Doneda – Engenheiro de Segurança do Trabalho do SESI – Curitiba / Paraná


“Há muito tempo não avalio tão bem um curso como este que o Engo Luttgardes ministrou. Superou todas as minhas expectativas devido principalmente ao profundo conhecimento do instrutor e sua excelente didática em transmitir este conhecimento de forma prática e objetiva. Recomendo a todos das áreas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.”

Andreia Magali - Técnica de Segurança do Trabalho da BRASKEM - Unidade de Insumos Básicos - Camaçari / Bahia


“O curso, além do excepcional nível técnico do instrutor, destaca-se pela ênfase que dá à realidade atual e às dificuldades do dia a dia dos profissionais de higiene ocupacional. Recomendo a todos”.

Dr. Francisco Ferreira de Souza - Médico do Trabalho da ALUNORTE ALUMINA DO NORTE DO BRASIL - Barcarena / Pará


“Hoje posso afirmar, com certeza, pela variedade de cursos que já presenciei, que este foi o que melhor atendeu às minhas expectativas como professor.”

Paulo Roberto da Costa – Engenheiro de Segurança e Professor da Universidade de Santa Maria - RS


"Sem dúvida, o melhor curso que já participei ao longo dos meus 18 anos como profissional de segurança do trabalho"

Alex Freire de Souza - Técnico de Segurança do trabalho da CHESF - Cia. Hidrelétrica de São Francisco - PE


Eu me inscrevi no curso com o intuito de conhecer melhor os instrumentos de medição e seu funcionamento. Mas o curso superou minhas expectativas, porque foi muito além do que esperava. Nos foi apresentado e demonstrado uma diversidade de instrumentos desde os mais antigos aos mais recentes e vantagens e desvantagens dos mesmos, operamos os instrumentos e recebemos material didático. O domínio da matéria por parte do instrutor, contribuiu para o sucesso do curso. Valeu a pena ter participado!

Maria Luiza Palembo – Técnica de Higiene e Segurança - Sonangol – Luanda/Angola


“A experiência acumulada pelo instrutor em todos os cantos deste país é passada de uma forma clara, simples, objetiva e principalmente imparcial.”

Leonardo Borges Medina – Engenheiro de Segurança Pleno do CENPES - PETROBRAS / Rio de Janeiro RJ


“O curso é perfeito.”

Daniel Sanches – Técnico de Segurança do Trabalho da COATS CORRENTE Ltda – São Paulo / SP


“Um profissional da área de higiene ocupacional tem dois estágios de conhecimento. Um antes de participar do curso do Prof. Marco Luttgardes e outro totalmente enriquecido após participar do referido curso.”

Eduardo Bravo – Técnico de Segurança do Trabalho do SESI – Francisco Beltrão / PR


“Prof. Luttgardes é uma enciclopédia ambulante, próximo da perfeição.”

Eduardo S. Conceição – Técnico de Segurança do Trabalho do HOSPITAL ALBERT EINSTEIN – São Paulo


“A minha visão sobre Higiene Ocupacional foi milhares de vezes ampliada.”

Praxedes Filho - Técnico de Enfermagem do Trabalho da PETROBRAS – Macaé / RJ


"Realmente trata-se de um curso diferenciado. Parabéns!"

Engº. Iberacir Lopes - Coordenador de Segurança do Trabalho do Grupo Eucatex S/A.


"Este curso vem completar o treinamento para Auditores Fiscais do Trabalho."

Dr. Geraldo Caracciolo Jr. - Médico do Trabalho / AFT da Subdelegacia do Trabalho de Guarulhos - SP.



EXCLUSIVO!!

CD Rom adicional com tods os métodos do NIOSH e OSHA.


CERTIFICAÇÃO

Curso com conteúdo programático dirigido a candidatos ao Exame de Certificação de Higienistas Ocupacionais e Técnicos Higienistas Ocupacionais


DOCENTE:

Marco Aurelio Luttgardes
- Engenheiro de Segurança do Trabalho, Auditor Fiscal do Trabalho aposentado (DRT SP e RJ) e Higienista Ocupacional Certificado (HOC 0030 - ABHO). Instrutor de cursos de Reconhecimento e Avaliação de Riscos Ocupacionais para Auditores Fiscais da Previdência Social e Auditores Fiscais do Trabalho. Professor convidado das Universidades UFRJ, UFF, UERJ, UNI RIO e UFBA.


INFORMAÇÕES GERAIS:

  • O curso tem carga horária de 40 horas, no período 11 a 15 de fevereiro de 2008 , das 8h00 às 17h00.

  • Será concedido um desconto de 10% para as inscrições de 2 participantes de uma mesma empresa.

  • No valor da inscrição está incluso pasta, apostila digital (Cd Rom), certificado, coffee break e almoço.

  • Não serão aceitas desistências de inscrições. No entanto, as mesmas podem ser transferidas para outras pessoas, mediante prévia comunicação por escrito.

 

Após o curso você receberá os dados pessoais do instrutor 
para futuros contatos.

 

FORMAS DE PAGAMENTO

ou
Após o recebimento da ficha entraremos em contato para solicitar o número do cartão



Banco Bradesco S.A - Agência: 0287/9 - Conta Corrente: 54.999-1
Para validação, envie a ficha devidamente preenchida e o comprovante de depósito identificado com seu nome pelo fax (11) 5585-4359.


Boleto Bancário

Somente será aceito com
(05) dias antes do evento.


*ASSINALE NA FICHA DE INSCRIÇÃO QUAL É A SUA FORMA DE PAGAMENTO.
  • Razão Social
    Pacin Eventos S/C Ltda - Rua do Paço, 33 – conj. 63 - Bairro Centro
    CEP 06401-090 – Barueri - SP
    CNPJ 56.095.268/0001-09 – Inscrição Estadual: Isento
    Fone: (11) 5589-1489 - pacin@pacin.com.br

 

INVESTIMENTO:

R$ 1.350,00
Para pagamento realizado até o dia 2/2/2008
R$ 1.400,00
Para pagamento realizado após o dia 2/2/2008
Assinantes das Revistas
CIPA, INCÊNDIO, NFPA, SAUT, SECURITY e TUBO & CIA
R$ 1.250,00
Para pagamento realizado até o dia 2/2/2008
R$ 1.300,00
Para pagamento realizado após o dia 2/2/2008

Será concedido um desconto de 10% para a inscrição
de 2 ou mais participantes de uma mesma empresa

 

ESTE CURSO PODE SER REALIZADO IN COMPANY
Este curso poderá ser realizado em sua empresa, consulte-nos
Fones: (11) 5589-1489 / 5585-4353
e-mail: pacin@pacin.com.br




Local do curso


Comfort Nova Paulista
Rua Vergueiro, 2740
Fone: (11) 2197-7600 / Fax: (5511) 2197-7623

Informações
1

Divulgação

www.cipanet.com.br

 


Ficha de Inscrição
14ª CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL
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Como ficou sabendo deste evento
Internet Revistas Folhetos Telemarketing

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O recibo deverá ser emitido em nome:

Responsável pelo preenchimento:
Contato
Departamento
Email
Telefone
 
 
 

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